quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O último resistente !

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José Picoto é um "cromo" de Santarém. Toda a gente que o conhece sabe que o homem bebe o seu copito, mas é inofensivo.
Gaba-se de com os copos ter dado um chapadão ao Mário Soares, mas já lá vão uns bons anos.
Fora isso, não faz mal a ninguém. Debita a sua cassete de apoio ao PCP, manda umas bocas ao Sócrates, e nada mais...
Um juiz não achou ! Entendeu que o homem merecia estar preso 120 dias, rodeado de facínoras, passadores de droga, assassinos ...
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E depois de termos visto o outro vídeo pergunta-se como pode este homem estar preso?
Provavelmente a mesma justiça que deixa prescrever TODOS (ou quase...) os crimes de colarinho branco finalmente encontrou um culpado: O PICOTO !
O Picoto que se tivesse um bom advogado nunca seria preso...
A Justiça Portuguesa é forte com os fracos e fraquíssima com os fortes...
Viva a Justiça Portuguesa !
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Espelho meu, espelho meu...

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Mandaram-me por mail este vídeo que lembra a retórica do Sr. Pinto de Sousa enquanto parlamentar. Não sei se estaria a fazer perguntas a si próprio. Há instrumentos financeiros denominados "Futuros" e provavelmente estaria a fazer futurologia em relação ao seu (des) governo.

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E...também me chegou esta anedota ;)

O Joãozinho chega à escola e diz à Sra. Professora:
- A minha gatinha teve 4 gatinhos e são todos do PS.
A professora fica muito espantada com a saída da criança.
No outro dia o Director vai visitar a escola e a Professora como achou muita
piada ao miúdo, pergunta:
- Joãozinho diga lá o que aconteceu à sua gatinha?
Diz o Joãozinho:
- A minha gatinha teve 4 gatinhos e 2 são do PS.
A Professora fica intrigada e diz:
- Então não eram os 4 do PS?
Responde o Joãozinho:

É que 2 já abriram os olhos...


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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Frase do dia

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"Era bom que o PS percebesse que o que está em causa não é salvar o modelo que faliu mas sim construir soluções alternativas novas".

Manuel Alegre, "Diário de Notícias", 17-02-2009

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A quem serve o TGV ?

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Chegou-me este recorte de jornal por mail.

Normalmente empreendimentos ou certames com verbas elevadas conduzem-me a uma situação de desconfiança em relação aos intervenientes.
Quem estiver atento sabe que desde as candidaturas aos Jogos Olímpicos, a licenciamentos de grandes empreendimentos , a SIRESP's, aquisições de material militar, frotas de aviões, e outros negócios que envolvam grandes verbas são terreno propicio para as célebres LUVAS !
A força e o empenho colocado no avanço do TGV faz-me lembrar os tais estudos "sem quaisquer dúvidas e feitos por reputados especialistas na matéria" que indicavam que o pântano da Ota era o único local viável. "JAMÉ" poderia ser outro !
O TGV é outro investimento que JAMÉ pode ser alterado. Vamos todos andar de comboio quer queiramos quer não. A única ideia que me acorre para tamanha insistência no TGV é que precisaremos de facilidade de nos deslocarmos à sede do reino de Castela, nossos futuros amos e senhores ! Ou por outra razão a que os portugueses se habituaram...


Clike para poder ler o artigo

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domingo, 15 de fevereiro de 2009

Alongue-se à vontade Sr. Professor

Foi uma das melhores análises que encontrei sobre o estado do ensino em Portugal.
Gostei tanto do texto, que o rapinei da caixa de comentários deste excelente Blog




Jorge Arriaga disse...

Fico grato pelo destaque dado ao meu pequeno depoimento.

O chamado lobby das Ciências da Educação foi longe de mais no nosso país (como já aconteceu em outros, que tiveram entretanto que arrepiar caminho, ante o descalabro que se gerou).

As ideias românticas da "criança-flor", do "bom selvagem, que nos vem ensinar a pureza destruída pela Sociedade perversa", todos esses lugares-comuns, agora estafados, tiveram a sua razão de ser na literatura especializada.

As crianças eram vistas como matéria bruta a lapidar pelo professor. E as imagens das palmatoadas e dos castigos geraram uma reacção oposta e igualmente extrema. Os teóricos da Educação, que nos chamam depreciativamente "os práticos da Educação", têm dessas coisas.

Quando as teorias são despejadas na realidade, efeitos adversos se produzem. Nos primeiros anos do Governo de Guterres, com a sua folclórica "paixão pela Educação", assistiu-se a um caudal legislativo que visava proteger os alunos dos malandros insensíveis dos professores.

Foi o início da fúria legislativa, com recomendações redundantes, sem espaço para o bom-senso. Tudo tinha que ser regulamentado exaustivamente. Regulamentos Internos, estatutos disto e daquilo, a par de uma cómica proclamação de autonomia das escolas.

Saíram nessa altura documentos das DRE que proibiam, por exemplo, que se expulsassem alunos da sala de aula. Os alunos que prevaricavam tinham no Director de Turma uma espécie de advogado de defesa nomeado pelo Estado.

Assistiu-se ao nascimento de uma regra não escrita que definia que o bom professor era o que se humilhava, o que manifestava o maior servilismo e patética submissão incondicional aos alunos e Encarregados de Educação. Isto foi apreendido assim por milhares de professores em início de carreira: ser professor é ser um escravo, um que nunca tem razão, um que se assume sempre culpado mesmo sem ter culpa nenhuma. E os alunos e pais exactamente o oposto.

Foi a época em que se usou muito chavões como:

- "Professor que dá más notas, dá más notas a si mesmo";

- "O programa é secundário, importante é a socialização, as actividades lúdicas, a aprendizagem pelo jogo, não compartimentar os saberes";

- "A um aluno de Lisboa deve-se exigir muito mais que a um aluno da Serra da Estrela" (curiosa obsessão com os alunos da Serra da Estrela, que pelos vistos são cidadãos de segunda, são coitadinhos;

- O mau comportamento dos alunos é sempre consequência da inabilidade dos professores para os motivar";

- etc., etc..

Nessa altura, Ana Benavente implantou a Área de Projecto e o Estudo Acompanhado, fiel ao ideário correlato de que quantidade é qualidade. Assim sendo, mais horas de aulas, aulas de 90 minutos, eram coisa boa.

Simultaneamente, afirmava que "há disciplinas de primeira e de segunda", e ameaçou extinguir algumas, argumentando que a Área de Projecto seria capaz de colmatar essas ausências. Flagrante contradição com o "estado da arte" em matéria de ensino, mas estes grandes inovadores modernaços são no fundo uns tacanhos.

Benavente já dava uns ares da actual Ministra. Em reuniões com professores, ouvia algumas perguntas e abandonava a sala, sem responder, toda abespinhada.

A saga dos currículos alternativos também começou aí. Havia escolas com oferta de cursos técnicos a sério, mas as oficinas foram encerradas e em vez disso mandava-se os professores desenhar currículos alternativos. As "ordens para passar" qual 007, passaram a ser uma constante. Foi a época do famoso chavão:

"Se sabem sentar-se numa cadeira já merecem positiva"!!!!!

Também outros lindos raciocínios do tipo:

"É impossível um aluno ter "três" no 1º período e ter "dois" no 2º período, porque ele não desaprendeu"!!!

DIGA!!!!...

Então se um aluno tem positiva no 1º período, passa o ano, mesmo que passe o resto das aulas a dormir! Foi o que aconteceu...

Depois não se reprovava por faltas. Os professores, despojados de autoridade meio de controlo, sentiam-se palhaços perante essa de os alunos não poderem descer (podia, mas era muito mal visto), por isso passou-se do as faltas não contam para um controlo maníaco das faltas.

E aqueles absurdos planos de recuperação em que nos comprometemos a "prestar mais atenção ao aluno" que teve "dois" (porque se esteve nas tintas, ou detesta a escola, ou não tem capacidade) assumindo que a culpa é nossa?

É mais fácil promover sucesso artificial do que melhorar as condições de vida das pessoas, diversificar oferta educativa, ou assumir, impopularmente, que a escola tem regras, e que quem não respeita deve sair...

É muita asneira de enfiada... E atingiu o paroxismo agora, no estado em que estamos. Foi-se descaracterizando, retirando espaço ao bom-senso, infantilizando o ensino e os professores, que se viram reduzidos a servos dos alunos.

E a Sociedade também tem mudado. Deixou de haver referências morais claras. Ou pelo menos de conduta. pais impreparados (somos recordistas de tudo o que é negativo na Europa) viram-se investidos de uma autoridade que raia o absurdo, do tipo terem que autorizar a que os alunos fiquem "retidos". Nem todos os pais têm capacidade para isso, e não é uma questão de habilitações académicas, de conta bancária ou de Q.I.. É de educação.

O capitalismo selvagem que entretanto ganhou terreno, explora os pais, que se sentem frustrados por não poderem dar os bens materiais todos aos filhos, de não terem disponibilidade para os acompanhar, de estes não serem eventuais "triunfadores".

Essas tensões explodem contra os professores, potenciadas pela desautorização destes últimos.

Por causa de tudo isto, que o Reino Unido viveu, como nós, eles optaram pelo "back to basics". Não é simples. A Política, também pela mão dos sindicatos, nem sempre faz o que é melhor, mas o que convém mais no seu jogo de interesses.

Bom senso, pragmatismo, esclarecimento, equilíbrio, precisam-se urgentemente.
Eu por mim estou farto de aturar acções de formação surrealistas, que parecem mais lavagens ao cérebro para executivos da sonae. Estou farto de passar a vida a ler legislação, a tentar entendê-la, e a ouvir colegas indignados porque não estou a par de todas as nuances dos decretos e diplomas.

Se um médico tem direito à satisfação de curar os doentes, um ladrilhador à de ver os ladrilhinhos todos bem colocados, eu gostava de voltar a fazer o que faço melhor, plenamente.

Chiii... Como me alonguei... O que faz o sono... Desculpem qualquer coisa!

15 de Fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Entrevista ao Zé ( by Gato Fedorento)

Este filme chegou-me por mail com a indicação que a sua emissão procurou passar despercebida na TV.
O lápis azulão anda aí. Não sei explicar mas os lápis cor de rosa voltaram a escrever azul...
Mais um mistério de Fátima, da Irmã Lúcia ou do "maior português de sempre"
Aproveitem ver o filme, que há quem diga que pode desaparecer brevemente da net.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Muitos prometem...

O slogan para a eleição do Presidente da República, Gen. Ramalho Eanes foi "Muitos prometem, Eanes cumpre".
José Sócrates é mais um dos que muito prometeram e fizeram precisamente o contrário das promessas.
Nada de novo ! O povo português gostava de fado, Fátima e futebol.
Desde 1974 que passou a gostar desses 3 itens e ainda de telenovelas, programas côr de rosa, gays, e muito sexo.
Mas, o sexo que os portugueses gostam não é do que até os bichinhos gostam...
O que os portugueses adoram é serem sodomizados pelo PS e PSD desde Abril de 1974!
Que explicação haveria para que durante quase 4 décadas andassem a saltitar dos braços de uns para os outros e vice versa?
Daqui a uns meses vamos comprovar isso...

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Dizia ele em 1867...

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"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado".






















Karl Marx,Das Kapital, 1867
(qualquer semelhança não é mera coincidência)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A música do Freeport

Contra Informação. A música do Freeport

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E que tal uma partidinha de Poker ???